DP World tem primeira mulher a atuar como operadora de costado no porto de santos ¿Encontraste un error? Avísanos

Por Redacção PortalPortuario.cl

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A DP World Santos, um dos maiores e mais modernos terminais privados multipropósito do país, segue com um olhar atento em busca da equidade de gênero. Desde o mês passado, conta com a primeira mulher do Porto de Santos na função de Operadora de Costado – cargo popularmente conhecido como capatazia.

Paula Bispo de Santana foi assistente de operações no terminal por dois anos. Na nova função, ela irá auxiliar ativamente nas operações de carga e descarga de navios e caminhões no terminal, assegurando um processo seguro e eficaz. “Estou honrada em fazer parte de um marco no Porto de Santos e na DP World Santos, que incentiva que as mulheres façam história no setor portuário. A confiança da empresa neste meu novo passo mostra que ela reconhece as oportunidades que nós temos em meio a um setor predominantemente masculino”, celebra Paula.

A equidade de gênero é uma das áreas de foco da Estratégia de Sustentabilidade do Grupo DP World, e está baseada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. No Brasil, o terminal contabiliza atualmente mais de 200 mulheres no quadro de funcionários, que atuam tanto nas áreas administrativas quanto operacionais. O número é mais que o dobro de funcionárias que atuavam em 2013, ano em que a empresa foi inaugurada. A expansão da infraestrutura para se tornar um complexo multipropósito e a nova oferta de serviços oferecidos pela DP World Santos têm contribuído para o ingresso de cada vez mais mulheres no quadro de funcionários.

“Somos pioneiros na valorização das mulheres no Porto de Santos, pois o empoderamento feminino compõe uma das três principais áreas de legado de nossa estratégia ESG. Há muitas outras oportunidades que estamos fomentando para este público e para os demais perfis diversos que trabalham conosco”, explica Alcino Therezo, Diretor de Pessoas da DP World Santos. No ano passado, a empresa promoveu Fabiana Almeida do Nascimento, a primeira mulher para o cargo de operadora de portêiner (o maior e mais caro equipamento portuário) do Porto de Santos.

Operador(a) de Costado designa a função que tem como responsabilidade fazer a atracação e desatracação dos navios, amarrando-os ao cais, além de retirar e colocar as chamadas “castanhas” (peça que une as vigas dos contêineres), colocar cabos de aço, ganchos, entre outros, em contêineres superdimensionados ou cargas soltas. Também apoia na retaguarda, conduzindo empilhadeiras de pequeno porte no cais, quando necessário, para transportar materiais e ferramentas.


 

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