Wilson Sons vê oportunidades de negócios para apoio marítimo com a nova lei do gás ¿Encontraste un error? Avísanos

Por Redacção PortalPortuario.cl

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O operador integrado de logística portuária e marítima do mercado brasileiro Wilson Sons enxerga oportunidades comerciais de apoio marítimo com a nova Lei do Gás, promulgada em 8 de abril, com a qual o gás natural liquefeito (GNL) tem papel relevante no mercado brasileiro.

Segundo a empresa, eles estão preparados para enfrentar o crescimento desse mercado. No último ano, a divisão de Rebocadores da empresa realizou mais de 25 operações especiais, que incluíram serviços ao setor de gás natural ou GNL, como apoio a petroleiros e FSRUs ou ao setor de O&G em apoio a FPSO e sondas.

“Hoje temos uma frota de 80 rebocadores, a maior do Brasil, espalhados por todo o litoral brasileiro. Estamos aguardando uma nova série de seis novas unidades, que começaram a ser construídas este ano no estaleiro da Companhia no Guarujá”, disse Elísio Dourado, diretor comercial da divisão de Rebocadores da Wilson Sons.

Entre os clientes atendidos no segmento pelos rebocadores da Wilson Sons, está a Central Elétricas de Sergipe (Celse), que opera a Usina Termelétrica do Porto de Sergipe (UTE). Os rebocadores da Wilson Sons também realizam operações de navio a navio para abastecer o terminal.

“São operações muito complexas e exigem alto nível de segurança com planejamento e treinamento adequados. Confiar em um parceiro com a experiência da Wilson Sons é um diferencial”, afirma Lucas Buranelli, gerente de operações do terminal GNL do Celse.

Novos mercados

Os terminais de GNL também são vistos no Brasil como uma alternativa para a monetização do gás do pré-sal. Dados do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) mostram que a nova Lei do Gás pode gerar investimentos de até R $ 17,1 bilhões para a construção de Unidades de Processamento de Gás Natural e Terminais de GNL.

Outra oportunidade são os projetos de cabotagem e comercialização de GNL em pequena escala. O objetivo é atender a demanda de gás no interior do país, onde não há gasodutos para transportar o combustível.

“Atualmente, o gás atinge um território muito restrito, mas com as novas medidas para o setor e maior investimento em infraestrutura para o seu transporte, será possível transportar GNL em volumes maiores a preços competitivos. É uma opção por lenha, carvão vegetal e também gasolina, diesel e óleo pesado”, disse Buranelli.

Para Elísio, o mercado brasileiro de gás natural passa por uma grande transformação com potencial para investimentos na geração de energia termelétrica do setor como matéria-prima, em substituição ao diesel e ao óleo combustível.

“O gás natural tem um papel importante na diversificação da matriz energética brasileira e é fundamental para a transição para uma economia de baixo carbono”, enfatizou o diretor comercial da divisão de rebocagem da Wilson Sons.


 

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