Por Redação PortalPortuario / Agência Reuters
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A justiça brasileira ordenou restabelecer o acesso ao Porto de Santarém, onde opera a empresa comerciante de grãos de origem norte-americana Cargill. O veredicto se insere nas manifestações realizadas por povos indígenas na região, que têm protestado contra os planos de dragagem da companhia no rio Tapajós, obstruindo o acesso à estação fluvial.
A decisão do Tribunal Federal obriga o governo do estado do Pará a retirar os manifestantes e normalizar o tráfego do porto em um prazo não superior a 48 horas.
Nesse sentido, a Associação de Operadores de Terminais Portuários da Bacia Amazônica (Amport) mostrou-se satisfeita com o parecer do tribunal, destacando que “reconhece a natureza essencial da infraestrutura portuária e o dano resultante de um fechamento prolongado”.
Segundo relataram os meios locais nas últimas horas, balsas pertencentes às comunidades indígenas continuam interrompendo a passagem dos navios da Cargill.












